segunda-feira, 9 de junho de 2008

Quem é Elias Elliot?

Sou escritor. Meu livro mais recente chama-se "O Corte" (inédito), livro com poemas que tratam de temas diversificados do mundo contemporâneo. Antes, já havia escrito "Mazelas", um exercício de poesia filosófica e existencialista, que está em sua terceira edição (já esgotada). "Mazelas" conta com apoio cultural da Universidade São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Também publiquei "Para haver amanhã" e "Das ellianas", livros de poesias.
Aventurei-me pelo romance em prosa com "As favelas", publicado em 2003. Minhas obras foram publicadas como "edição de autor", contando apenas com o apoio e colaboração de pessoas abnegadas e diversas entidades da sociedade civil.
Ainda aguardando publicação, escrevi também um livro de contos: "Contados prá boi dormir". E o romance, inédito, "Numa favela carioca".
A música também faz parte de minhas inquietações. Lancei, em 2004, "Arte Bruta", CD com 14 músicas em estilos variados, do samba à valsa, passando pela bossa nova, canções de protesto e músicas de raízes. Ainda inédito, tenho o CD "Canções de ouvidor", seguindo a mesma temática do anterior.
Atualmente, participo do COEDUCA, projeto voltado para a formação de educadores ambientais em Campinas. Está em processo de organização a Rede Cultural, uma associação sem fins lucrativas, formada por pessoas de diferentes campos do saber, voltada para a defesa do meio ambiente, campanhas de reflorestamento e desenvolvimento de projetos educacionais e culturais destinados a todos aqueles que se preocupam com a preservação do planeta e a vida sobre ele.
Atualmente, minhas atenções estão voltadas para o projeto "O livro na cesta é bola na rede", que defende a inclusão do livro na cesta básica do trabalhador, como de disseminar e enraizar o hábito da leitura entre os trabalhadores brasileiros.

Um comentário:

Hermenegildo disse...

Um escritor misterioso, diria eu, vago pela vida, carregado do conhecimento diverso. Tive o imenso prazer de conhecer pessoalmente Elias Elliot sem saber que era escritor, e ter uma profunda e curta conversa em uma das encruzilhadas da vida. Foi uma experiência incrível que jamais serei capaz de esquecer.